21 Apr
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Notícia veiculada primeiramente no Canal Tech.


O iFood e a edtech Resilia formarão em todo o Brasil 50 professores em tecnologia — ou facilitadores, como as empresas apelidaram a função. A intenção é formar, com um curso gratuito, profissionais que possam suprir carências de pessoal no ensino de tecnologia do país.

O curso exige experiência no setor, com conhecimento e experiência em temas como análise de dados, HTML, CSS, Python, Node JS ou React. O curso conta com 60 horas de aulas e oito encontros online em que os inscritos podem escolher entre a formação em hard skills, mais voltada ao ensino da tecnologia em si, e outro para as soft skills, com foco em habilidades socioemocionais e comportamentais. Pessoas de todo o país podem participar.

A primeira fase do curso estará disponível para todos que se inscreverem. Ele traz vídeos sobre aprendizagem de adultos e dá direito ao certificado de conclusão. O conteúdo estará disponível na plataforma entre os dias 2 e 20 de maio, para que o aluno assista no seu próprio ritmo. Os alunos também terão dois encontros com monitores para tirar dúvidas e trocar experiências. Esse recurso, porém, conta com vagas limitadas.

Já os 50 alunos que se destacarem participarão de uma segunda fase, que acontecerá entre os dias 23 de maio e 10 de junho. Nesse período, uma trilha assíncrona e os encontros — ao vivo e online — vão prepará-los a conduzir as aulas. Além do certificado ao final de cada fase, os novos facilitadores terão a possibilidade de serem contratados pela Resilia para capacitar jovens em busca do primeiro emprego ou em transição de carreira.

As inscrições podem ser feitas por meio do site da Escola de Facilitação (aqui). Após o preenchimento do formulário, será enviado um e-mail a cada aluno com mais informações.

Segundo um estudo da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom) divulgado em dezembro de 2021, o Brasil pode chegar a 2025 com um déficit acumulado de 797 mil profissionais, pois os cursos superiores de tecnologia estão formando menos gente do que requer a demanda atual do mercado.

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