19 Apr
19Apr

Notícia veiculada primeiramente em InforChannel.


Com o objetivo de apoiar a inserção de mais mulheres no mercado de trabalho de tecnologia, ao mesmo tempo em que exerce seu papel social proporcionando a inclusão de pessoas à educação, a Edtech brasileira Blue, que atua como uma escola de cursos de programação de TI, lançou o programa de aceleração profissional Coding Girls. O projeto, criado em parceria com a empresa de software RDI, que pertence à Capgemini, tem a proposta de acelerar a carreira de mulheres que já possuem conhecimento em programação de TI. As inscrições poderão ser feitas até 13/5.

O programa é 100% gratuito e irá oferecer bolsas de estudo para alunas cisgênero e transgênero, sendo que as contempladas poderão ser contratadas pela RDI para trabalhar em modelo híbrido flexível. O curso tem duração de 120 horas e será realizado de maneira síncrona diariamente. Ao final da especialização, as alunas serão programadoras back-end com conhecimento em linguagem de programação C#, multiparadigma, de tipagem forte, desenvolvida pela Microsoft como parte da plataforma .NET. O processo seletivo envolve um teste para medir o conhecimento lógico em programação e também para avaliar o perfil pessoal e profissional das candidatas.

“A desigualdade de gênero, principalmente em tecnologia, um ambiente historicamente dominado por homens, continua sendo um desafio para companhias de todos os setores e o Coding Girls representa uma iniciativa para mudar essa realidade, oferecendo a chance de uma especialização a mulheres em uma linguagem de programação que vem sendo cada vez mais requisitada. Poder contar com o apoio de um parceiro tão relevante quanto a RDI será essencial para alavancar a carreira dessas pessoas que sonham em atuar em uma grande empresa de TI, mas que não possuem condições financeiras para se capacitarem”, comenta Daniela Lopes (foto), CEO da Blue.

Para Bruna Ferreira Nascimento, Tech Recruiter na RDI Software, é fundamental que empresas se unam para criar mecanismos que possibilitem o acesso de mais mulheres ao mercado de trabalho de tecnologia. “O gap de profissionais nessa área independente do gênero, é gigante, mas esperamos que com esse projeto possamos fazer a diferença na vida dessas mulheres que precisam de mais oportunidades,” afirma ela. Hoje estima-se que somente 15% da mão de obra em programação de TI seja feminina.


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